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DOENTES NA SAÚDE: Técnicos de saúde matavam pacientes com venenos 'invisíveis'!

                                                                                                     Imagem: PCDF


Detalhes do caso:

Um dos capítulos mais sombrios da saúde pública do Distrito Federal veio a tona: técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta, estariam deliberadamente matando pacientes internados, injetando substâncias letais difíceis de detectar em exames toxicológicos convencionais. A crueldade do ato, que vitimou dezenas de pessoas vulneráveis, choca pela frieza.
As investigações, conduzidas pela Polícia Civil do DF e pelo Ministério Público, apontam para o uso de fármacos como soccinilcolina ou insulina em doses fatais, substâncias que se dissipam rapidamente no organismo ou mimetizam causas naturais de morte, como parada cardiorrespiratória ou choque hipoglicêmico. ¨É uma brutalidade calculada: eles escolhiam pacientes em estado grave, isolados sem rede de apoio, para evitar testemunhas", descreve o delegado responsável pelo caso. Relatos de familiares descrevem cenas de agonia inexplicável - paciente convulsionando em UTIs lotadas, com laudos médicos atribuindo óbitos a "complicações inespecíficas".
O esquema, descoberto após denúncias anônimas e análise de padrões de mortalidade atípicos em 2025, envolve ao menos conco técnicos de uma unidade de terapia intensiva no Plano Piloto. Motivações apontadas incluem redução de custos operacionais - menos pacientes, menos trabalho - e até vinganças pessoais contra doentes "difíceis". A brutalidade se agrava pela traição: esses profissionais, treinados para salvar vidas, optaram pela morte em massa, explorando a confiança de famílias desesperadas.
Autoridades confirmam que 28 óbitos suspeitos estão sob escrutínio, com exumações em andamento para testes avançados em laboratórios forenses. O Conselho Regional de Enfermagem do DF suspendeu os envolvidos, mas a pergunta ecoa: quantas vidas foram ceifadas em silêncio antes da descoberta?
Nota Oficial do Hospital Anchieta S.A.
“O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex-funcionários da instituição.
Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex-técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes.
Com base nessas evidências, fruto da investigação interna realizada pela instituição, o próprio Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos os quais já haviam sido desligados da Instituição, prisões as quais foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026.
Pautado pela transparência de seus processos e pela confiança nos protocolos internos que norteiam sua atuação, o Hospital entrou em contato com as famílias envolvidas, prestando todos os esclarecimentos necessários de forma responsável e acolhedora. Reitera, ainda, que o caso tramita em segredo de justiça, o que impossibilita a divulgação de informações adicionais bem como a identificação das partes envolvidas.
O hospital entende que o segredo de justiça é imprescindível à preservação da apuração, à proteção das partes envolvidas e ao regular exercício das atribuições das autoridades competentes, o qual deve ser estritamente observado de acordo com os limites impostos pela decisão judicial.
O Hospital, enquanto também vítima da ação destes ex-funcionários, solidariza-se com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a justiça”.

 

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