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MESSIAS REJEITADO: Derrota histórica no Senado marca revés para Lula

                                                                 Imagem: Lula Marques/Agência Brasil

O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira, 29, em Brasília, a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), em votação secreta por 42 votos contra e 34 favoráveis, com uma abstenção. Trata-se da primeira rejeição de um indicado presidencial ao STF em 132 anos, desde 1894. O episódio representa uma derrota inédita para o presidente Luiz Inácio Lula Da Silva (PT), evidenciando fragilidade na articulação do governo nos estertores de seu mandato.

Contexto da Votação

Jorge Messias, indicado por Lula em novembro de 2025, precisava de pelo menos 41 votos favoráveis entre os 81 senadores para ser aprovado, mas não alcançou a maioria absoluta. A sabatina ocorreu após meses de impasse, com tensões entre o Planalto e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que articulou contra a nomeação. Após o resultado, Messias se reuniu com Lula no Palácio da Alvorada, e aliados indicam que o presidente não deve propor outro nome ainda em 2026.

Significados Políticos da Derrota

A rejeição é vista como um sinal de perda de governabilidade para Lula, com oposicionistas como Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) celebrando o fim da "era Lula 3" e uma "falência" na articulação governista. Analistas apontam que o episódio reflete o fortalecimento da oposição no Congresso e um recado ao STF, complicando aprovações legislativas com a PL da Dosimetria, que reduz penas de atos do 8 de Janeiro. Internacionalmente, veículos como The Washington Post destacam o "duro golpe político" a Lula.

Reações e Próximos Passos

Messias lamentou a "desconstrução de imagem" por "mentiras", mas aceitou o resultado como parte da democracia. A oposição fala em movimento "espontâneo" dos senadores, enquanto o governo atribui a "chantagem política". Com a vaga no STF pendente até o próximo mandato, o episódio pode impactar o cenário eleitoral de 2026, ampliando o desgaste petista.
 


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